Você fecha o mês de madrugada
A planilha só anda quando você senta nela, e você senta quando sobra tempo. Quando sobra.
Ninguém abre agência, consultoria ou clínica para passar o domingo conciliando extrato. Mas em algum momento sobrou para você, e agora é você quem paga, cobra, classifica e tenta entender no fim do mês para onde foi o dinheiro.
A Rê assume isso. Ela é contadora e trabalha como diretora financeira de uma agência. Faz pela sua empresa o que faz pela dela. Atende empresa de serviço de 6 a 20 pessoas.

“Eu travo para crescer porque só de pensar em ter gente, nota, imposto e conta para pagar eu já sei quem vai fazer tudo isso: eu. Quem cuida do financeiro quando a empresa fica grande?”
A planilha só anda quando você senta nela, e você senta quando sobra tempo. Quando sobra.
Descobre o boleto no dia, ou depois. Não é falta de dinheiro, é falta de calendário.
Sabe quanto entra e quanto sai no total. Qual contrato paga a conta e qual só dá trabalho, não.
Para saber como foi o mês, você abre o aplicativo do banco. O resto é memória.
Nada disso é desorganização sua. É o que acontece quando a empresa cresce e o financeiro continua sendo tarefa de quem já tem outra função em tempo integral.

Não é um sistema novo nem mais uma planilha para você preencher. É uma pessoa assumindo a rotina inteira: o que pagar, o que cobrar, o que classificar e o fechamento do mês. Você entra só na hora de decidir.
O seu contador continua onde está. Contabilidade e gestão financeira são dois trabalhos diferentes, e é justamente por isso que tanta gente fica no meio, sem os dois.
Sete coisas, sempre as mesmas, sempre no mesmo ritmo. É a previsibilidade que faz o financeiro parar de ser um susto mensal.
Organizadas por vencimento, com o que já venceu separado do que está por vir.
Extratos das contas e faturas dos cartões batidos com o que foi lançado.
Cada lançamento no lugar certo da sua DRE, com a régua desenhada para o seu negócio.
DRE e fluxo de caixa prontos, com a comparação contra os meses anteriores.
Atualizado. Você abre quando quiser, sem precisar pedir relatório para ninguém.
A gente lê os números juntas e decide o que fazer com eles. Todo mês.
Antes de apertar. Dá para ver com semanas de antecedência quando se olha direito.
A Rê entende o tamanho da sua operação, o volume de lançamentos e a bagunça de hoje. Dessa conversa sai o preço da sua faixa, não uma proposta genérica.
O plano de contas desenhado para o seu negócio, a separação do que é da empresa e do que é seu, os últimos três meses reclassificados para você ter base de comparação, e o painel no ar.
Ela toca. Você abre o painel quando quiser e conversam uma vez por mês. O financeiro sai da sua cabeça.


Anotar é melhor que não anotar, e quem anota já está na frente de muita gente. O caderno conta certinho o que aconteceu.
O que ele não faz é mostrar o mês que vem. Para decidir se dá para contratar, se dá para parcelar aquele equipamento ou se agosto vai apertar, você precisa dos números organizados de um jeito que deixe olhar para frente. É essa a diferença.
O seu contador continua. Ele olha para trás e presta contas ao governo; a Rê olha para frente e presta contas a você. São dois trabalhos diferentes, e ela não faz a escrita fiscal da sua empresa.
Ela organiza e lê o que aconteceu. Não certifica nem assina parecer sobre as suas contas.
Ela não tem registro na CVM, então não recomenda ativo nem classe de ativo. Sobra de caixa vira critério, prazo e valor, nunca destino.
O painel faz parte do serviço. Não tem licença de sistema nem cobrança por usuário.
A partir de R$ 900 por mês, conforme o volume de lançamentos da sua empresa. Se ainda não existe nada organizado no financeiro, tem uma arrumação inicial de R$ 1.500, uma vez.
Compare com o que custa ter alguém no financeiro dentro de casa, com encargos, férias e décimo terceiro. É essa a conta que interessa, e a Rê faz ela com você na primeira conversa.
Ainda é MEI ou trabalha sozinha? Então o BPO não é para agora. Comece pela trilha do MEI, que é de graça.